Terapia de Aceitação e Compromisso
Uma abordagem voltada à flexibilidade psicológica: desenvolver abertura às experiências, atenção ao presente e ações orientadas por valores pessoais.
Abordagens que compreendem o comportamento em seu contexto, com compromisso científico e atenção à experiência humana.

Uma abordagem voltada à flexibilidade psicológica: desenvolver abertura às experiências, atenção ao presente e ações orientadas por valores pessoais.
Uma abordagem que utiliza a relação terapêutica como contexto para compreender e trabalhar padrões de comportamento interpessoal.
Uma abordagem para casais que integra estratégias de aceitação e mudança na compreensão das dificuldades e dos padrões de interação do relacionamento.
As abordagens apresentadas compartilham uma tradição de análise funcional: compreender o comportamento considerando sua história, suas circunstâncias e suas consequências. No Behaviorismo Radical de Skinner, pensamentos e sentimentos também integram os eventos estudados pela ciência do comportamento, sem constituírem um mundo mental separado.
O Contextualismo Funcional toma o ato em contexto como unidade de análise. O conhecimento é avaliado por sua utilidade para prever e influenciar eventos, com precisão e abrangência, em relação a objetivos explicitados.
A Teoria das Molduras Relacionais estuda a linguagem e a cognição como comportamento relacional aprendido. Investiga como aprendemos relações de equivalência, oposição, comparação e hierarquia e como derivamos novas relações sem treino direto.
É um programa de pesquisa básica da ciência comportamental contextual e uma base teórica da Terapia de Aceitação e Compromisso. As outras abordagens apresentadas também se apoiam em princípios de aprendizagem e análise funcional, com seus próprios desenvolvimentos teóricos e clínicos.
Referências: Contextualismo Funcional, Behaviorismo e eventos privados e Teoria das Molduras Relacionais, na associação internacional.
Dentro da comunidade ACBS existem os Grupos de Interesse Específico: núcleos temáticos formados por associados que compartilham interesse em um assunto da ciência comportamental contextual. Cada grupo tem uma coordenação voluntária, realiza reuniões periódicas e se organiza por WhatsApp e, em vários casos, por um perfil próprio no Instagram.
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